É recusar o remédio que tapa a realidade da verdade do nosso mundo de fantasias e bobagens juvenis e optar pelo Placebo. É falar nonsense e fazer todo o sentido.
É respirar fundo, olhar para o céu e aceitar viver de peito aberto. Sentir-se vivo.
É sentir na pele, arrepiar cada pelo do corpo, ter a sensibilidade de um apaixonado, o fôlego de um maratonista. ("I've never been an extrovert but I'm still breathing").
Nota 1 (14/02/2016): O videoclipe correspondente à música citada no texto é este: